Foram avaliados a freqüência dos sinais e sintomas, dos hábitos parafuncionais e das características
oclusais de 80 crianças, pacientes da clínica de Ortodontia Preventiva da Faculdade de
Odontologia de Araçatuba – UNESP. Metodologia: o exame clínico constituiu-se de avaliação
das características oclusais do paciente e observação da presença de hábitos parafuncionais.
As crianças foram submetidas a uma entrevista, supervisionadas pelos pais, cujas perguntas
relacionavam-se com os sinais e sintomas da disfunção. Resultados e conclusões: concluiu-se
que os sinais e sintomas mais freqüentes foram o hábito de ranger os dentes, dores de cabeça e
ruídos na ATM. A onicofagia e o bruxismo foram os hábitos parafuncionais mais prevalentes.
A freqüência de sinais e sintomas da disfunção temporomandibular pode ser verificada em
crianças por meio da entrevista e exame clínico minucioso.
oclusais de 80 crianças, pacientes da clínica de Ortodontia Preventiva da Faculdade de
Odontologia de Araçatuba – UNESP. Metodologia: o exame clínico constituiu-se de avaliação
das características oclusais do paciente e observação da presença de hábitos parafuncionais.
As crianças foram submetidas a uma entrevista, supervisionadas pelos pais, cujas perguntas
relacionavam-se com os sinais e sintomas da disfunção. Resultados e conclusões: concluiu-se
que os sinais e sintomas mais freqüentes foram o hábito de ranger os dentes, dores de cabeça e
ruídos na ATM. A onicofagia e o bruxismo foram os hábitos parafuncionais mais prevalentes.
A freqüência de sinais e sintomas da disfunção temporomandibular pode ser verificada em
crianças por meio da entrevista e exame clínico minucioso.